Continuando nosso caminho pelos rumos da EAD, agora coloco uma questão a pensar: é necessária alguma mudança de comportamento e paradigma para atuar na EAD?
Aqui coloco um vídeo que mostra como nascem os paradigmas:
O que entendemos por paradigma na educação fazendo uma analogia ao vídeo apresentado?
Pensando assim, vejamos:
Terão os professores formação para vislumbrar a necessária ampliação, construção e (re)construção de novos saberes? Estarão preparados para olhar além dos muros da escola, para aproveitar e explorar o conhecimento que o aluno traz consigo, o de que vem em busca? Conseguirão visualizar um futuro próximo, em que seus alunos irão atuar e, com base nisto, dar-lhes condições de inserção no mercado de trabalho? E serão capazes de fazer isto tudo levando em consideração que as tecnologias da comunicação e da informação estão cada vez mais presentes no nosso quotidiano e, por conseguinte, devem, de alguma forma, ser garantidas no processo ensino-aprendizagem? (MAGALHÃES, 2001, p. 117).
Um dos grandes desafios, senão o maior deles da educação e dos educadores do século XXI é refletir sobre o uso das TIC’s no processo ensino-aprendizagem, suas possibilidades e resultados.
Com isso fica clara a necessidade da conscientização por parte dos atores envolvidos no processo ensino-aprendizagem, que, não basta simplesmente inserir a tecnologia na sala de aula, mas é necessário um preparo para usá-las de forma que possam potencializar o processo ensino-aprendizagem.
Boa Reflexão!!!
Bilbiografia
Magalhães, Lígia Karam Corrêa de. (2001). Programas TV Escola: o dito e o visto.
In Barreto, Raquel Goulart (org.) Tecnologias educacionais e educação a
distância: avaliando políticas e práticas. Rio de Janeiro: Quartet.
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